domingo, 7 de outubro de 2018

O ganho do jornalista que atua nas ONGs é vital, está além das finanças

A motivação de um profissional da comunicação em uma instituição beneficente como a Fraternidade sem Fronteiras está além das suas funções em expor, propagar e divulgar os produtos a fim de arrecadação.
O comunicador absorve experiências, aprende a compreender melhor o ser humano e desenvolve melhor até mesmo sua carreira.
No vídeo abaixo, a jornalista Suelen Targon Prado explica suas motivações, o que ganhou e aprendeu trabalhando com a equipe de comunicação da ONG. Segundo a profissional, a vida recebeu um novo olhar.
Confere aí:

Acadêmicos com a mão ma massa, ou melhor, na mídia

Durante o curso de jornalismo, os acadêmicos aprendem na prática como exercer a profissão. Uma das matérias específicas do curso é técnicas de reportagem jornalística. Nela aprendemos como lidar com determinadas situações, como agir, como montar a pré-pauta, a pauta e bem executar todo o processo da notícia.
Abaixo, segue uma demonstração de acadêmicos testando o que aprendeu em sala de aula na prática, durante visitação à instituição sem fins lucrativos Fraternidade sem Fronteiras.










segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Ping-pong: A funcionalidade jornalística no meio da publicidade

Foto: Gabriel Gabino
Ao abordar o tema 'publicidade' e a necessidade do jornalista nas campanhas, foi de muita valia entender como um profissional do jornalismo de sente dentro de uma agência, cheia de gente criativa e especialista em imagem e venda.
Alguns jornalistas afirmam que trabalhar com publicidade sempre esteve dentro de sua alçada profissional, uma vez que a comunicação abrange todas as vertentes de passar informação, conteúdo e fazer com que as pessoas entendam e tomem para si determinado texto, produto, marca, entre outras metas.
A jornalista Lígia Baraldi, atualmente funcionária em uma agência de publicidade, vê a mescla de profissionais como algo positivo e enriquecedor. Não poderia ser diferente, várias mãos trabalhando em prol de um resultado único, agradar aos olhos de quem recebe a informação.
Em uma rápida e curta entrevista com a profissional, é possível observar a satisfação que a jornalista tem em fazer parte de uma equipe multidisciplinar de comunicação.

1. Qual seu nome e idade?
Lígia Baraldi, 28 anos

2. Formada há quanto tempo
Formada em julho de 2014

3. Em qual agência você trabalha?
Agência Znit.

4. Há quanto tempo atua nessa área?
Estou na empresa há 2 anos.

5. Porque optou por agência?
Na época eu estava desempregada, me surgiu a oportunidade de trabalhar em agência, escrevendo para blogs, então aceitei.

6. Qual a importância dessa interdisciplinaridade profissional?
Acredito que ambas as profissões podem somar uma com a outra. O publicitário tem o conhecimento de cores, de call to action para legenda e o jornalista pode trazer uma linguagem mais objetiva e direta, resumir palavras, etc.

7. Qual a importância, especificamente, do jornalista dentro de uma agência?
Onde eu trabalho eu vejo muito que o jornalista veio para somar e para ajudar nas revisões de texto e ser um "consultor" de português. Além de conseguir trabalhar com textos objetivos, curtos, diretos, ajudando na construção de flyers, banners, outdoor, etc.

8. Qual sua função, especificamente, dentro da agência?
Hoje eu trabalho com planejamento de redes sociais, sou responsável por pensar na arte e legenda de instagram e facebook de cada cliente aqui da agência. Além disso, eu reviso a gramática e ortografia de todo material que sai da agência, para evitar letras trocadas, palavras duplicadas, etc.

9. Como é trabalhar com publicitários e/ou outros profissionais?
É muito bom, é um outro ambiente de trabalho. Aqui a ajuda é mútua, o ambiente é leve, tem brincadeira, piada, conversas sobre assuntos variados durante o dia. E eu sinto que a qualidade de vida de trabalhar com publicitários é maior porque não tem ninguém querendo te passar a perna, todos se ajudam (o que eu não vi em nenhum trabalho da área de jornalismo).

Ping-Pong: Enfrentar uma agência de publicidade com a postura de jornalista. Desafio ou Oportunidade?

Ao abordar o tema 'publicidade' e a necessidade do jornalista nas campanhas, foi de muita valia entender como um profissional do jornalismo de sente dentro de uma agência, cheia de gente criativa e especialista em imagem e venda.
Alguns jornalistas afirmam que trabalhar com publicidade está dentro de sua alçada profissional, uma vez que a comunicação abrange todas as vertentes de passar informação, conteúdo e fazer com que as pessoas entendam e tomem para si determinado texto, produto, marca, entre outras metas.
A jornalista Lígia Baraldi, atualmente funcionária em uma agência de publicidade, vê a mescla de profissionais como algo positivo e enriquecedor. Não poderia ser diferente, várias mãos trabalhando em prol de um resultado único, agradar aos olhos de quem recebe a informação.
Em uma rápida e curta entrevista com a profissional, é possível observar a satisfação que a jornalista tem em fazer parte de uma equipe multidisciplinar de comunicação.


1.    Qual seu nome e idade?
Ligia Baraldi, 28 anos

2.    Formada há quanto tempo
Formada em julho de 2014 

3.    Em qual agência você trabalha?  
Agência Znit.

4. Há quanto tempo atua nessa área?
Estou na empresa há 2 anos. 

5.    Porque optou por agência?
Na época eu estava desempregada, me surgiu a oportunidade de trabalhar em agência, escrevendo para blogs, então aceitei. 

6.    Qual a importância dessa interdisciplinaridade profissional?
Acredito que ambas as profissões podem somar uma com a outra. O publicitário tem o conhecimento de cores, de call to action para legenda e o jornalista pode trazer uma linguagem mais objetiva e direta, resumir palavras, etc. 

7.    Qual a importância, especificamente, do jornalista dentro de uma agência?
Onde eu trabalho eu vejo muito que o jornalista veio para somar e para ajudar nas revisões de texto e ser um "consultor" de português. Além de conseguir trabalhar com textos objetivos, curtos, diretos, ajudando na construção de flyers, banners, outdoor, etc. 

8.    Qual sua função, especificamente, dentro da agência?
Hoje eu trabalho com planejamento de redes sociais, sou responsável por pensar na arte e legenda de instagram e facebook de cada cliente aqui da agência. Além disso, eu reviso a gramática e ortografia de todo material que sai da agência, para evitar letras trocadas, palavras duplicadas, etc. 

9. Como é trabalhar com publicitários e/ou outros profissionais?

É muito bom, é um outro ambiente de trabalho. Aqui a ajuda é mútua, o ambiente é leve, tem brincadeira, piada, conversas sobre assuntos variados durante o dia. E eu sinto que a qualidade de vida de trabalhar com publicitários é maior porque não tem ninguém querendo te passar a perna, todos se ajudam (o que eu não vi em nenhum trabalho da área de jornalismo).

Marketing digital e a necessidade do jornalista em campanhas publicitárias


O profissional de jornalismo é essencial dentro e fora das redações. Um bom exemplo da essencialidade do profissional é sua atuação dentro das agências de publicidade. O uso adequado da língua portuguesa e a proximidade com veículos e meios de comunicação tornam o jornalista um profissional atraente dentre grupos e equipes de publicitários.
A atuação do jornalista dentro das agências faz-se pela figura do redator. Ele elabora textos persuasivos a fim de tornar os produtos e serviços atraentes aos clientes e consumidores. Chamadas e títulos também são revisados pelo profissional, uma vez que é um dos maiores atrativos em uma campanha publicitária.
Entretanto, além das criações de texto e anúncios para cartazes, outdoors, o jornalista também escreve para gravações de rádio e televisão, estes que exigem minucioso estudo para torna-los mais objetivos e eficazes quanto ao alvo a ser atingido.
Dentro da agência o jornalista atua em conjunto com o diretor de arte, profissional da publicidade e propaganda. Juntos ficam encarregados das imagens e textos que deverão chamar atenção do consumidor aos produtos ou serviços, bem como de sons passíveis de divulgação, tudo analisado por meio do briefing estabelecido pelo contratante.
 O proprietário da Agência Znit, Tony Kaique Art (28), é formado em publicidade e propaganda e, atualmente, considera de essencial importância a participação do jornalista dentro das agências. Tony atribui ao avanço da internet para o aumento dessa necessidade multidisciplinar.
“Hoje o marketing digital necessita de uma demanda muito grande de conteúdo, em geral, consideramos que jornalistas têm facilidade em produzir conteúdo e com mais cuidado com a gramática”, explicou o publicitário.
Além da necessidade de profissionais do jornalismo dentro das agências, é preciso levar em conta o gosto do próprio jornalista por atuar dentro de agências ao invés de redações ou estúdios.
É o que acontece com a jornalista, pós-graduada em administração de propaganda e marketing, Bianca Bianchi (31). Atualmente Bianca trabalha na agência 8020 MKT e afirma já ter atuado em outras agências do ramo, como a antiga Futura.
A jornalista explica que chegou a trabalhar em redações e setores de comunicação institucionais, mas que se encaixou melhor dentro de uma agência de publicidade. “A rotina de agência faz mais sentido para mim. Sem horário muito rígido e a opção de não fazer sempre o mesmo trabalho, pode passear em diferentes tipos de Jobs, de clientes com diferentes perfis”, justificou a escolha.

Briefing

O briefing é o conjunto de informações recebidas pelo contratante a fim de explicar e exemplificar o tipo de divulgação, produto e veiculação quer dos seus produtos ou serviços. Por meio dele, a agência conhece a empresa, seus valores, alvos, objetivos e interesses no mercado.
Dentro das agências o briefing é fundamental para o processo criativo. É um trabalho contínuo que direciona e influencia em toda a campanha publicitária desenvolvida pelos profissionais para que aquela determinada empresa atinja seus objetivos comerciais.
Interdicisplinaridade
A interdicisplinaridade que acontece na coleta de dados e posterior execução do trabalho, é parte básica para que o resultado seja completo e detalhado. Sobre esse trabalho em conjunto, Tony Kaique afirma ser natural do mercado, vez que “as necessidades das empresas ficam cada vez mais complexas com a integração de estratégias de marketing”.
Segundo o publicitário, “uma equipe multidisciplinar tende a ser mais versátil e criativa”. No mesmo sentido pensa a jornalista Bianca Bianchi, que acredita não haver mais divisões dos profissionais da área de comunicação, seja ele jornalista, publicitário ou do marketing.
O jornalismo atualmente exige integração profissional, principalmente porque até leitores, ouvintes ou telespectadores também são vistos como possíveis clientes, consumidores ou alvos.
“Unidos profissionais dessas diferentes áreas, é possível entregar soluções muito mais completas para o cliente, que darão resultados mais concretos”, afirmou a jornalista.
Além desta interdisciplinaridade, Bianca aponta a necessidade de integração com diversas outras áreas, para o bom funcionamento da agência, ou de qualquer veículo de comunicação. “Além dessas três (áreas) entram também designers, especialistas em negócios/mercado e em T.I (Tecnologia de Informação)”, conclui.

Assessoria

Algumas agências incorporam em seu quadro de serviços oferecidos assessoria de imprensa. Para essas equipes o jornalista se torna ainda mais fundamental, uma vez que é uma das matérias básicas da grade curricular acadêmica da área.
Para o exercício desse trabalho, as agências agregam equipes jornalísticas às demais, para oferecerem serviços complementares aos contratantes. “Cada agência tem seu jeito de trabalhar, algumas agências já oferecem o serviço de assessoria de imprensa em conjunto com os próprios serviços, e acabam formando uma equipe de jornalismo”, explicou Tony, dono da Znit.
Contudo, este não é o serviço prestado pela Znit. Na agência de Tony, a jornalista contratada é responsável pela revisão de textos, criação de conteúdos para redes sociais e blogs, bem como auxiliar o diretor de arte com títulos e demais chamativos.
Muitos profissionais da área do jornalismo começam suas carreiras pela assessoria de imprensa, bastante visada já na época acadêmica por conta das promessas salariais. Além dos bons salários, o setor oferece uma gama de oportunidades intelectuais, de apuração, adaptações, entre outras capacitações que precisam ser testadas profissionalmente.
A jornalista Bianca Bianchi iniciou a carreira fazendo assessoria de imprensa para clientes de uma agência, mas diz que, com o tempo, acabou agregando outras funções até chegar a produção de conteúdo, entre outros serviços prestados em agência.
Os profissionais que trabalham em conjunto com pessoas de áreas diferente das suas, em sua grande maioria, afirmam que esta é uma experiência necessária, pois se aprende muito e amadurece com a convivência diversificada de pensamentos, ações, escolhas e visões profissionais, além de saber que trabalhar em equipe é fundamental. “Não se faz nada sozinho”, afirma Bianca.
Além disso, na visão dos donos de agência, os jornalistas que trabalham em agência tendem a se tornar mais ágeis, e aprendem lidar com paciência ao esperarem pelo impulso criativo.


O ganho do jornalista que atua nas ONGs é vital, está além das finanças

A motivação de um profissional da comunicação em uma instituição beneficente como a Fraternidade sem Fronteiras está além das suas funções e...